Liderança e a epidemia do Sub Gerenciamento

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A liderança passou a ser considerada como chave para o sucesso das relações empresariais e de negócios. Pessoas com capacidade de performar, engajadas, motivadas, orgulhosas de pertencer a uma organização e agindo como donas, fazem total diferença.

Associado a tais observações, uma figura torna-se presente de forma mais efetiva, influenciando consideravelmente no alcance de resultados: o Líder.

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Desde que o mundo é mundo, liderança sempre fez a diferença. Figuras memoráveis, que se fizeram marcantes por feitos históricos e sociais. Assim, percebe-se que nunca a liderança esteve tão presente e levada em consideração em diversos âmbitos, principalmente no cenário corporativo.

Já faz alguns anos que tenho tido a oportunidade de conhecer e conviver com diversos líderes, podendo auxiliar no enfrentamento dos desafios que se é liderar.  

Desafios estes que sempre estiveram presentes, porém, nos dias atuais, mais conturbados por influência da velocidade das mudanças, gerações diferentes estão convivendo e conflitando. E essa discussão perpassa pela inserção das novas tecnologias no cotidiano de todos nós.

Os caminhos para uma liderança promissora é tratado de forma clara, objetiva e com bastante assertividade no livro “Não Tenha Medo de Ser Chefe” – Bruce Tulgan.

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Através de exemplos e uma abordagem muito aproximada com a realidade enfrentada por profissionais que ocupam a posição de liderança, o autor ressalta como principal problema a ser enfrentado a “epidemia do subgerenciamento”.

O subgerenciamento é a falta de orientação, direção, feedback e apoio por parte do líder para com sua equipe. Subgerenciar é não assumir responsabilidades essenciais para os resultados e cabíveis a liderança.

Liderança: principais responsabilidades de um bom profissional

  • Certificar sempre que o trabalho está sendo bem feito, ou seja, acompanhar e monitorar a execução das atividades;
  • Ser o suporte quando algo der errado, apontando caminhos e catalisando ideias positivas advindas da própria equipe;
  • Treinar, formar e preparar a equipe.

Tulgan destaca como papéis e condutas esperadas de um líder:

  • Líderes precisam ser objetivos e rigorosos;
  • Devem fornecer orientações e direcionamentos;
  • Cobrar responsabilidades;
  • Lidar com fracassos e saber solucioná-los e;
  • Reconhecer talentos e saber premiá-los

Liderar implica em cuidar e servir. Essa mudança de posição, ou melhor, de status, é um dos principais fatores de sucesso para uma liderança de resultados. O modelo do chefe, ótimo técnico, que vivia preso em sua sala, resolvendo as suas coisas, já se foi.

O lugar do líder é com sua equipe, atuando como treinador e orientador, medindo resultados e dando feedbacks, sejam eles positivos e/ou corretivos. A liderança efetiva requer a convivência e o relacionamento entre o gestor e os colaboradores da empresa.

O líder é o ponto de convergência entre empresa e colaborador. Sua aproximação e envolvimento com esses dois pilares funcionarão como fonte de resultados e performance.

IMG_20160801_114330Carolina Lobato do Couto – Coordenadora de Recursos Humanos – MP CONSULTORIA RH

Psicóloga, formada pelo Unicentro Newton Paiva – BH em 2002, especializada em Atendimento Sistêmico de Redes Sociais, com 14 anos de experiência na área de RH.  Atua na área de recursos humanos, na empresa MP CONSULTORIA EM RH, desenvolvendo ações relacionadas à Gestão Estratégica em RH, Programas de Desenvolvimento de Lideranças e Equipes, ministra cursos e participa de seminários e congressos na área de Recursos Humanos.

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